Você é coaching de macho? Sempre tenta mudar o outro? As dinâmicas de relacionamentos quando uma das partes quer mudar/melhorar o outro.

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Coaching De Macho: Querer Mudar O Outro

As dinâmicas de relacionamento quando alguém quer mudar/melhorar o outro

Uma parte quer mudar algo na outra pessoa

Teoria do espelho: o que incomoda no outro, é, na verdade, um reflexo de uma característica sua que você não não gosta?

Por exemplo: por ser inseguro, projeto isso no companheiro com atitudes destrutivas o colocando para baixo, tentativa de controle, desconfiança etc.

É uma tentativa de incentivo para despertar o melhor dessa pessoa, ou é mais algo em torno da necessidade de tornar o outro mais parecido com você?

Parece mais seguro apaixonar-mos por “nós mesmos”. Mas será mesmo? Olha o espelho aqui de novo.

O que pode dar errado nessa dinâmica?

  • Se tornar uma relação de controle e tóxica;
  • Após a “reforma”, ela terminar com você para ficar com outro;
  • Você deixá-lo exatamente como você queria e simplesmente não gostar mais dessa nova pessoa.

Ter esperanças de que a pessoa mude

Este é um daqueles casos clássicos de quando escolhemos alguém, sabendo exatamente quem elx é, e magicamente esperamos que com a gente seja diferente.

Que gay nunca pegou um enrustido e achou que ele fosse assumir você? *GATILHO MEU PAI!

Se você deixou claro que algo te incomoda ou alguma atitude você gostaria que fosse diferente – e elx desconversa ou diz que mudar e no fim continua igual – é bom rever se ainda vale a pena continuar nessa relação.

O que pode dar errado nessa dinâmica?

  • Perder tempo;
  • Se frustrar por uma expectativa que é totalmente sua;

Mudei por conta de outra pessoa

Se aquela pessoa se apaixonou por você, foi exatamente por que você era! Sua personalidade e individualidade. Por que mudar?

É aquela história “se os dois se tornaram um só, alguém deixou de existir”.

O que pode dar errado nessa dinâmica?

  • Você se anular;
  • Se tornar aquela pessoa que muda de acordo com o namorado atual; Já teve a era hippie, gótica, brasilidades, emo etc

Uma mudança é necessária de ambos os lados para que essa relação dê certo

No podcast, falamos a sobre até onde é possível encontrar um equilibro entre as diferença dos dois ou quando devemos largar o osso.

Por exemplo, eu sou uma pessoa que tem dificuldade de demonstrar afeto. E estive em uma relação onde o meu ex-namorado cobrava muito carinho. Por mais que eu me esforçasse e soubesse que era importante para ele – não soava natural, sabe? Não teve jeito. Embora nos amássemos, terminamos de uma maneira não saudável.

Hoje, após muita terapia kkk, consegui melhorar esse bloqueio. Mas foi justamente minha psicóloga que me ensinou que cada pessoa – com base na sua criação – vai se relacionar de um jeito diferente.

Eu, por exemplo, sou uma alguém do tipo de apego distante – associo o amor e afeto a dor, por minha figura de cuidador não ter sido muito presente. Já o meu namorado é o tipo de apego ansioso – alguém que vive com o constante medo de ser abandonado por ter tido um rompimento muito abrupto com sua figura cuidadora.

Era algo além do que manias e comportamentos, reagíamos ao amor de maneira completamente diferentes e por vezes opostas.

Quer descobrir como funciona a sua linguagem do amor? Veja os vídeos As 5 Linguagens do amor e Teoria do Apego, da genial Rita Von Hunty

O que pode dar errado nessa dinâmica?

  • Se ninguém ceder para que exista um equilibrio, a relação será baseada em cobranças e insatisfação dos dois lados;

O Podcast

Falamos sobre as dinâmicas de relacionamentos quando uma das partes quer mudar/melhorar o outro.

Os reprogramadores de mindset Amábile Reis (@amabilerreis), Andressa Crema (@andressacremapsicologa) e Lucas Bazan (@eubazan) ajudam Y a entender o limite: é incentivo ou controle?

As melhores/piores histórias de pessoas que mudamos e que tentaram nos mudar estão neste podcast.

Me siga no Instagram e reprograme o seu Mindset (kkk): @controle_y

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