Controle Y



Y. e os Lucas da sua vida

Ficar com 12 Lucas e nenhum dos relacionamentos evoluir não significa absolutamente nada! Não quer dizer que o problema está em mim! Afinal, a probabilidade disso acontecer é gigante! Com o mesmo nome? Qual é?! Sejamos sensatos.

Primeiro Lucas, o corpo docente qualificado: me mostrou a sutil diferença entre amor, paixão e fogo no rabo! Se assim que você gozar, não sentir vontade de olhar pra cara da pessoa, sim, era fogo no rabo. Tchau, Lucas.

Segundo Lucas, o passivo: tão passivo que considerava o cu uma genital e nem gostava que tocasse no pau dele.

Terceiro Lucas, o economista: tão pão duro que me ligava ~disfarçadamente~ perguntando se meu número era TIM, fingia que caia a ligação, desligava na minha cara ao saber que não era da OI e esperava eu retornar. E ainda me levou num motel chamado LETOM, em que a ducha — sim a DUCHA — estava com a resistência quebrada. Além de que, esse LETOM era num lugar tão tenso, que só de eu ir lá fiquei com 4 estrelas no GTA! Ah, e nunca me ofereceu nenhuma pasta de dente Tandy pra comer.

Quarto Lucas, o kinect: dançava todas coreografias da Beyoncé. Nada contra, mas você consegue imaginar a Beyoncé suada, dançando Single Ladies? Lucas, faça a coreografia do clipe, não do JUST DANCE! E ele tinha uma mania estranha de ficar dublando músicas durante o sexo.

Quinto Lucas, o da Crefisa: me pediu trinta reais emprestado e nunca mais me pagou!

Sexto Lucas, o da Liberdade: Ele era muito fofo, até eu descobrir que fazia cosplay

Sétimo Lucas, o ~ursinho~: tão gordo que aprendi a dar espacate só ficando em cima dele. Cheguei a abertura zero!

Oitavo Lucas, o da Daslu: pediu para eu vestir uma calcinha e me chamou de cuzão porque eu não topei.

Nono Lucas, o do câncer: era desanimado, triste e pessimista. Tinha aquela doença… O signo de câncer. Sempre que bebia chorava.

Décimo Lucas, o meia-bomba: era muito meia bomba — e ainda me xingava porque eu não comprava camisinha sensitive!

Décimo primeiro, o urologista: tudo o que sabia fazer era botar o dedo no meu cu! De uma maneira sempre dolorida e irritante. Tinha o pau pequeno e só queria ser ativo.

Último Lucas, o mestre dos magos : Me dava muito perdido. Na balada, pela internet, por mensagem, enfim, NA VIDA! Tudo bem, porque ele era muito feliz! Aquela felicidade que irrita, sabe? Para tudo ele usava”kkkkk”. “Tô de boa vendo o que rola kkkkk”. MORRE, LUCAS!

Está na hora de “Lucas” virar um critério de decisão negativo, claro!