Dan, o massagista

massagem

Depois de conversarmos uns 20 minutos no Hornet, vermos que estamos a apenas 600 metros de distância, abrirmos os cadeadinhos, finalmente o Dan me disse que era ativo.
“Puts, também sou ativo”, respondi. Ele logo retrucou “tá, tá, eu te dou, vem aqui em casa” – Assim, como se eu estivesse insistindo.

Assim que cheguei lá (prédio que já fui em tantos encontros que posso fazer a planta baixa), ele me ligou dizendo para eu esperar na frente porque ele teve que passar em um lugar. Lá estava eu, esperando na frente de seu prédio, sendo julgado pelo Severino, o porteiro, quando encontro o Sergio – outro carinha que peguei e morava lá – que logo perguntou o que eu estava fazendo alí.

“Vim na casa de uma amiga da faculdade, hihi”, disse. “Você quer colar lá em casa, depois que terminar lá?”, ele retrucou. Quando fui responder, me chega o Dan com uma sacolinha da Onofre, toda transparente, com lubrificantes, camisinhas e o Hornet aberto…
Sergio olha e entende tudo, Dan me analisa se pareço como na foto, Severino assiste tudo de camarote e eu só querendo morrer!

Todo aquele climão subiu até o quarto andar, onde Dan e eu descemos. Chegando em seu apê, senti um puta cheiro de incenso (odeio). Dan me abraça, aperta forte (até demais) e logo começa a me beijar.

Em seguida, ele fala que me sentiu tenso e me oferece uma massagem. Tirando toda a conotação sexual do convite, de fato aceitei a massagem como recompensa por passar tanta humilhação recentemente. Dan pede para eu tirar a camiseta e me deitar. Feito isso, Dan já veio com aquelas mãos enormes me apertando. Foi a melhor sensação da minha vida! Ele apertava uns pontos que causavam uma mistura de dor com sono. De repente ele me tira as calças e começa a passar o óleo dentro da minha bunda e logo se justifica que ali há um chackra bem importante. MEU CU TÁ AÍ, DAN, MEU CU – pensei!

E então ele começa a fazendo movimentos circulares um dedo acima do meu cu. Dividia minha bunda e massageava com as pontas dos dedos. Apesar de incômodo, de fato, era relaxante. Estava quase dormindo quando senti um pula pirata (que segundo ele foi sem querer e que entrou “muito fácil” por causa do óleo). QUE. DOR. E. QUE. HUMILHAÇÃO! Como assim “entrou fácil?” Assim como as mãos, os dedos do Dan também eram grandes. Me arrombou alí e eu não tinha forças para reagir. Só consegui balbuciar: tira, por favor, pois ele CONTINUAVA LÁ DENTRO!

Aquela altura, eu já estava humilhado – Dez kilos mais leve – mas ainda sim, humilhado. Eu só queria transar, sabe? E meu chakra da dignidade foi violado. Adorei…

No final, acabei dormindo lá até trocamos as cuecas. A do Dan era novinha!*

As passivas reinam (hey now)! Dançandosingleleirifazendoacarolineonce


 *Vantagens de ser gay :)